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perguntas frequentes

As ecografias são seguras para o feto?

A evidência científica actual, permite afirmar que a ecografia, utilizada adequadamente, é uma técnica segura para a mãe e para o feto.


Como pode ser feita a marcação?
Online, através do nosso formulário, por telefone, nº 217993279, ou dirigindo-se ao CEEC, todos os dias úteis das 9h às 20h e aos sábados até às 13h.

 

Posso escolher o médico?
Na altura do atendimento ser-lhe-á perguntado se tem preferência por algum médico. Se este for o caso, poderá fazer a respectiva marcação.

 

Que programa de rastreio prénatal é usado no CEEC?

O Centro Ecográfico de Entrecampos (CEEC) usa o programa de Rastreio Combinado do 1º Trimestre que permite associar a avaliação ecográfica com o Rastreio Bioquímico do 1º Trimestre (PAPP-A e ßHCG), realizado em colaboração com o Centro Laboratorial do Prof. Germano de Sousa.
Com o objectivo de assegurar a qualidade deste rastreio, tanto o CEEC como o Centro Laboratorial estão certificados pela Fetal Medicine Foundation e mantêm com esta instituição uma auditoria regular.

A grande maioria dos bebés desenvolve-se normalmente, no entanto, cerca de 2% é afectado por anomalias significativas.

Os testes de rastreio permitem revelar se existe, ou não, um risco aumentado de o feto ter diversos defeitos do desenvolvimento.

A Trisomia 21 é a anomalia cromosómica mais frequente, tendo como consequência o atraso mental, e, por vezes, anomalias de alguns órgãos, dos quais os mais frequentes são o coração e os intestinos.

O risco de vir a ter um filho com Trisomia 21 aumenta com a idade materna, mas a melhor forma de avaliar este risco é associar a Idade da mãe ao resultado do doseamento de marcadores bioquímicos no sangue materno, efectuado às 10-12 semanas de gestação, e ao valor da translucência da nuca do feto, medida por ecografia às 11 - 13 semanas.

É importante referir que este método de rastreio, embora seja considerado pelas mais credenciadas entidades científicas internacionais como o mais eficaz, só consegue detectar cerca de 80 – 90% das Trisomias 21, e que em até 5% das grávidas que realizam o teste, o risco aumenta de forma a colocar a necessidade de decidir uma eventual amniocentese. [ Ler + ]